Angola manteve, em 2025, a mesma posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) da Transparência Internacional registada no ano anterior, não apresentando avanços nem recuos na avaliação.
Entre 183 países analisados, o país obteve 32 pontos e ocupa a 120.ª posição, partilhada com a Tailândia, repetindo o resultado de 2024. No ranking, quanto maior a pontuação, melhor é a avaliação do desempenho no combate à corrupção.

Entre os países lusófonos africanos, Cabo Verde continua a ser o melhor classificado, com 62 pontos. Seguem-se São Tomé e Príncipe com 43, enquanto Moçambique e Guiné-Bissau surgem com 21 pontos, os piores resultados do grupo.
À semelhança das edições anteriores, o topo do índice é dominado por países do Norte da Europa, sendo a Dinamarca a líder, com 89 pontos.


Na sua 31.ª edição, o relatório avalia sobretudo a percepção da corrupção no sector público.
No caso de Angola, apesar de o país ter registado melhorias ao longo da última década acumulando mais 17 pontos nesse período, a percepção dominante apontada pelo estudo é de que as medidas governamentais ficaram aquém das expectativas criadas com a chegada de João Lourenço ao poder, em 2017.

