O ex-ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Augusto, faleceu hoje em sua residência em Luanda, após uma luta contra uma doença que se agravou recentemente. Segundo informações de familiares, ele havia deixado a clínica Girassol, onde estava recebendo cuidados médicos, antes de seu falecimento.
Manuel Augusto enfrentava um câncer que se tornou terminal, conforme relatado por fontes da imprensa. A gravidade de sua condição levou-o a buscar tratamento em Espanha, onde a doença foi diagnosticada em um estágio avançado.
O retorno a Angola ocorreu no final da semana passada, quando ele foi internado na clínica Girassol para cuidados paliativos.
Na última semana, o presidente da República, João Lourenço, fez uma visita ao ex-governante na clínica Girassol, demonstrando solidariedade e respeito por sua trajetória política.


A visita do presidente foi um gesto significativo, refletindo a importância de Manuel Augusto na política angolana.
Manuel Augusto teve uma carreira notável, destacando-se como um diplomata influente e um defensor das relações internacionais de Angola. Ele foi fundamental na promoção da política externa do país e na construção de laços com outras nações, especialmente no contexto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).


Além de seu papel como ministro, Augusto foi condecorado com o grau de Cavaleiro de Ouro da República da Guiné Equatorial, em reconhecimento ao seu trabalho na adesão desse país à CPLP.
Essa honraria, recebida em julho de 2024, é um testemunho do impacto que ele teve na diplomacia regional.
A morte de Manuel Augusto representa uma grande perda para a política angolana e para todos que o conheceram. Seu legado como um líder comprometido e um defensor da paz e da cooperação internacional será lembrado por muitos.

