O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola, Marcy Lopes, avançou com novas nomeações internas numa altura em que crescem críticas sobre eficiência, independência e capacidade de resposta das instituições ligadas à Justiça em Angola.
As mudanças atingem áreas estratégicas do gabinete ministerial e são interpretadas nos bastidores como uma tentativa de consolidar maior controlo político e alinhamento interno num sector frequentemente pressionado por denúncias de morosidade, fragilidade institucional e falta de confiança pública.
Foram empossados Luís Carlos Rodrigues Vilar como director do Gabinete do Ministro, Ermelinda do Rosário Mateus de Matos como directora-adjunta e Marinela Luí Gaspar para consultora do Gabinete da Secretária de Estado para os Direitos Humanos e Cidadania.


Durante a cerimónia, Marcy Lopes apelou ao “compromisso com o interesse público”, discurso que surge num contexto em que parte da sociedade continua a exigir instituições mais transparentes, menos burocráticas e capazes de responder aos desafios reais da Justiça no país.
Fonte: Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola.

