A senadora e líder indígena colombiana Aida Quilcué foi libertada na tarde desta terça-feira (10) após ter sido sequestrada junto com sua equipe de segurança na rodovia que liga Inzá a Totoró, no departamento de Cauca, informou o ministro da Defesa, Pedro Arnulfo Sánchez.
Segundo o ministro, a guarda indígena local localizou a parlamentar e sua escolta, todos em segurança, e a força pública deslocou-se à região para reforço das operações. Sánchez afirmou que mais informações seriam divulgadas em breve.
O presidente Gustavo Petro destacou que a libertação só foi possível graças à “pressão do povo indígena e da força pública” e classificou o sequestro como uma “linha vermelha”, considerando o ato como um atentado contra autoridades e líderes éticos, espirituais e políticos das comunidades.

O sequestro foi inicialmente denunciado pela equipe da senadora nas redes sociais. Relatos preliminares, citando fontes policiais, indicam que a caminhonete da congressista foi interceptada por um grupo armado.


Pouco antes da libertação, a guarda indígena informou ter encontrado o veículo vazio. Este não é o primeiro episódio de sequestro envolvendo Quilcué: em dezembro de 2023, um de seus irmãos foi sequestrado na mesma área e resgatado posteriormente pela guarda indígena.

