A falta de oportunidades para milhões de jovens em África pode aumentar protestos, instabilidade e conflitos, algo que já se viu em países como Quénia, África do Sul, Marrocos e Madagáscar, alertam os especialistas.



Com 1,4 mil milhões de habitantes, o continente africano é o mais jovem do mundo e vai continuar assim. Estima-se que até 2050, mais da metade dos cerca de 2,5 mil milhões de habitantes terá menos de 25 anos.
Perante este cenário, líderes africanos reunidos na Cimeira Mundial de Governos, no Dubai, onde esteve também o Presidente João Lourenço, apontaram um caminho claro:
A educação é a principal arma para evitar crises sociais no futuro.

O crescimento das redes sociais facilita mobilizações rápidas, mas também a desinformação, aumentando ainda mais a pressão sobre os governos.


Segundo a Parceria Global para a Educação, investir agora é urgente, porque os resultados só aparecem a longo prazo. Ou seja, quanto mais tarde se investir, maiores serão os problemas amanhã.
E Angola está entre os países com população mais jovem do continente.

